Já está publicada a ordem de serviço nº 123, da Fundação de Ensino e Pesquisa em Ciências da Saúde (Fepecs).
O documento do Diário Oficial do Distrito Federal (DODF) institui um grupo de trabalho, com dez servidores, para elaborar a proposta de viabilidade e criação da Escola de Saúde Pública (ESP) do Distrito Federal.
A ideia é se reunir semanalmente para discutir aspectos técnicos e pedagógicos que envolvem a composição de uma ESP, e a conclusão dos trabalhos, com entrega da proposta final, que deve ocorrer no prazo de 90 dias.
O DF é uma das sete unidades da Federação que ainda não possuem uma ESP, por isso a importância da discussão. No entanto, ainda é necessário avançar na integração das ações para compor o rol de escolas de Saúde Pública espalhadas pelo país.
Segundo a diretora-executiva da Fepecs, Inocência Rocha Fernandes, o grupo foi instituído para “encontrar o melhor modelo de Escola de Saúde Pública, e não sobrepor às atividades já desenvolvidas pela Fundação”.
A efetivação de uma ESP pode mensurar, em alguma medida, a elaboração de políticas públicas de saúde, sobretudo no que diz respeito à gestão da educação na saúde, sinalizando avanços dessa área e os desafios de sua ampliação no DF.
As escolas têm em comum a missão de formar quadros de profissionais para o Sistema Único de Saúde (SUS), com funcionamento pautado, principalmente, por demandas que surgem a partir das políticas públicas implementadas.
Ao ser criada, a Escola Pública de Saúde do DF será vinculada à Fepecs, que já é responsável pela manutenção da Escola de Aperfeiçoamento do SUS (Eapsus), Escola Técnica de Saúde de Brasília (Etesb) e também pela gestão administrativa e financeira da Escola Superior de Ciências da Saúde (Escs), que foi integrada à Universidade do Distrito Federal (UnDF).

