O ASSUNTO É

Bacia do Drenar DF começa a receber dissipadores e paisagismo

Publicado em

As novas etapas da obra da bacia de detenção do Drenar DF estão quase concluídas. Dentre elas, o plantio de grama, a instalação de alambrados e a construção de dissipadores de concreto para controlar a entrada e saída de água na bacia.

Os dispositivos de concreto reduzem a força da água como dissipadores de energia. Além disso, acumulam a água na bacia e fazem uma filtragem, evitando que galhos, folhas e plástico sejam lançados no Lago Paranoá.

“A escavação da bacia se aproximando dos 100% significa que a etapa de movimentação de terra da obra está praticamente concluída. Vamos gramar toda a bacia, todos aqueles degraus terão plantio de mudas, e também vamos fazer os dispositivos de concreto e instalar os alambrados”, explica o diretor técnico da Terracap, Hamilton Lourenço Filho.

Mais de 233 mil m³ de escavações foram feitas, até agora, o equivalente a 93 piscinas olímpicas. O projeto prevê a retirada de 245,8 mil m³ do local.

Paralelamente a essas obras, a Agência de Desenvolvimento (Terracap), responsável pelo Drenar DF, vai construir uma praça e fazer o paisagismo na área batizada de Parque Urbano Internacional da Paz.

Essa outra etapa será feita em uma nova licitação e terá paisagismo, ciclovia, plantio de árvores e calçamento.

O GDF investe R$ 174 milhões em recursos da Terracap para as obras do Drenar DF, projeto para acabar com os alagamentos e enxurradas provocados pelas chuvas.

São 7,68 km de túneis escavados entre 12 e 20 metros de profundidade, que irão complementar a rede de drenagem já existente. A obra é inteiramente subterrânea, construída no método tunnel liner, que não causa qualquer transtorno à população.

Siga o perfil do Radar DF no Instagram
Receba notícias do Radar DF no seu  WhatsApp e fique por dentro de tudo! Entrar no grupo

Siga ainda o #RadarDF no Twitter

Receba as notícias de seu interese no WhatsApp.

Leia também

O balcão de Brasília: anistia para elites e silêncio sobre a escravidão

O Brasil de 2026 virou um balcão de negócios: indeniza elites e anistia militantes, mas ignora a dívida da escravidão. Um abismo moral onde o erário paga a conta de todos, menos a do racismo estrutural.

Mais Radar

Inteligência artificial vai auxiliar na manutenção de iluminação pública

A CEB Iluminação Pública e Serviços (CEB IPEs) iniciou a modernização...

Damares Alves reforça pedido para investigar Banco Master

Em entrevista concedida na manhã deste sábado (9), ao programa Vozes...

Cursos de qualificação do Renova DF têm 1,5 mil vagas abertas

O 2º ciclo de 2026 do programa Renova DF está com...

Metrô-DF abre chamamento público para quiosques nas estações

A Companhia do Metropolitano do Distrito Federal (Metrô-DF) está com o...

DF ganha 85 ônibus novos e amplia frota

A população do Distrito Federal vai poder contar com mais 85...

Últimas do Radar

Receba as notícias de seu interese no WhatsApp.