Radar Político/Opinião DIREITO DE RESPOSTA

Radar Político/Opinião Por Toni Duarte Por dentro dos bastidores da política brasiliense.

O ASSUNTO É

Mandato de Gilvan continua na corda bamba; Rolemberg torce pela queda

Publicado em

Mesmo com o fim dos resultados das urnas, do pleito eleitoral do ano passado, a queda de braço pela oitava vaga de deputado federal do DF, continua tensa no âmbito jurídico, entre Gilvan Máximo (Republicanos) e o ex-governador Rodrigo Rollemberg(PSB).

A decisão final, de quem pertence à vaga, ainda não tem data marcada para acontecer, mas começa a ser analisados em plenário virtual a partir desta sexta-feira, 10.

O processo é uma das prioridades do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Ricardo Lewandowski, que deve decidir antes da sua aposentadoria do cargo, prevista para maio, embora tenha sinalizado que pode sair antes, em abril.

Até lá, Gilvan não pode chamar o mandato parlamentar de seu.

A pedra no meio do caminho decorre de questionamentos feitos ao STF pelo PSB (partido Rollemberg) e Podemos, além do Partido Verde.

Gilvan foi considerado eleito pelo TRE-DF, ingressando no rabo da fila com 20.923 votos.

Já Rollemberg teve 51.926 votos, o sétimo candidato mais votado, mas ficou de fora dos eleitos.

As ações, movidas pelos partidos, em especial pelo PSB em parceria com o Podemos, diz respeito às chamadas “sobras eleitorais” de 2022.

As legendas questionam o cálculo das vagas das sobras eleitorais, elaborado pelos Tribunais Regionais Eleitorais, para determinar quais deputados federais foram eleitos.

Os dois processos podem levar à anulação da eleição de sete deputados federais de vários estados, e do DF, como o mandato de Gilvan Máximo.

A maioria deles é do PL de Bolsonaro. O restante são do MDB, União e Republicanos. A decisão é do relator Lewandowski.

O ministro conta com um parecer oferecido no mês passado, pelo procurador-geral da República, Augusto Aras. Ele se pronunciou favorável pela derrubada da regra que limita a distribuição das chamadas “sobras”.

A interlocutores, Gilvan Máximo confessa temer por uma reviravolta e que isso seria um de seus “medos de usar a tribuna” para defender a volta de Ibaneis ao cargo de governador. Prefere ficar quieto, mudo e recolhido.

Máximo foi secretário de Ciência e Tecnologia do DF, cargo que se descompatibilizou para concorrer uma das oito vagas da Câmara Federal.

*Toni Duarte é Jornalista e editor do Radar-DF, com experiência em análises de tendências e comportamento social e reconhecido nos meios políticos da capital federal. Siga o #radarDF

*Toni Duarte é jornalista e editor/chefe o Radar-DF, com experiência em análises de tendências políticas e comportamento social da capital federal. Siga o #radarDF

Siga o perfil do Radar DF no Instagram
Receba notícias do Radar DF no seu  WhatsApp e fique por dentro de tudo! Entrar no grupo

Siga ainda o #RadarDF no Twitter

Receba as notícias de seu interese no WhatsApp.

spot_img

Leia também

Pesquisa registra melhora na aprendizagem dos estudantes após restrição a celulares

A implementação da Lei nº 15.100/2025, que regulamenta o uso de aparelhos eletrônicos portáteis nas...

Mais Radar

Desprezo pela rica cultura mantém Maranhão preso à extrema pobreza

O ativista cultural Herbert de Jesus Santos reage ao abandono do patrimônio cultural e turístico de São Luís e cobra respeito à história, aos artistas e às tradições que poderiam transformar a cultura em desenvolvimento e oportunidades.

Briga com Michelle explode e deixa Flávio Bolsonaro sem vice mulher

Racha entre Flávio e Michelle Bolsonaro mexe com a campanha: após vídeo em que ex-primeira-dama relata maltrato, a senadora Tereza Cristina teria recuado e ficado sem interesse na vice de Flávio à Presidência.

A sobrevivência do PSB no DF e a tentativa de reeleger Rollemberg

O PSB do DF aposta em uma estratégia para manter Rodrigo Rollemberg na Câmara. A candidatura ao Buriti do "bocudo"  Ricardo Cappelli aparece como um palanque itinerante e para-choque de quem conseguiu ser o pior governador da história do DF.

Mexeu com uma, mexeu com todas: a força unida de Michelle, Celina e Damares

Michelle, Celina e Damares selam pacto estratégico no DF. Para além do slogan "mexeu com uma, mexeu com todas", a união dessas três líderes redesenha a força feminina da direita conservadora no cenário local e nacional.

A inelegibilidade imposta pela Justiça que ainda dói no lombo de Arruda

Arruda voltou a criticar quem o chama de inelegível. Mas decisões da Justiça seguem sustentando sua situação jurídica. Bloquear jornalistas não muda os fatos nem apaga o peso da própria história.
- PUBLICIDADE -

Últimas do Radar Político