Dificilmente quem está no cadastro único do governo federal, ou mesmo um trabalhador que ganha um salário mínimo por mês, pode chegar na porta do restaurante de um hotel cinco estrela, como o glamoroso e tradicional Kubitschek Plaza Hotel, um dos mais sofisticados de Brasília.
No entanto, o dono dele, o magnata empresário Paulo Octávio, nesta época de eleições, em que disputa como “candidato sub judice” ao Governo do DF, se dá ao sacrifício de trocar o caviar pelo “prato feito” dos restaurantes comunitários.
Ele come arroz com feijão, carne e legumes, tudo garantido pelo GDF, pelo preço de R$1,00.
PO ainda tem a sorte, que muitos cidadãos não têm nessa hora, de ter o rango pago, por um amigo da vez.
Entre o cardápio popular e garantir o voto, a segunda opção, é o objetivo.
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A presença de PO nos restaurantes comunitários do DF, tem prazo de validade.
Pode ser no próxima segunda-feira, dia 12, quando os pedidos de impugnações contra a candidatura de dele serão julgadas pelo TRE-DF, ou até o dia 2 de outubro.
Fora ou dentro do jogo, o empresário vai continuar pedindo votos, nem que seja para “Piozinho”, o filho que deseja ver eleito, como deputado federal.
Após isso, Paulo Octávio, dono do maior império da construção civil do DF, só deve voltar a comer um “prato feito”, só na outra eleição. É assim!
*Toni Duarte é Jornalista e editor do Radar-DF, com experiência em análises de tendências e comportamento social e reconhecido nos meios jornalísticos e políticos da capital federal. Siga o #RadarDF



