Em sua coluna na Crusoé, Mario Sabino trata do episódio envolvendo Cid Gomes e os policiais amotinados em Sobral, no Ceará. Mario lembra o óbvio — o que é cada vez mais necessário nesses dias em que o debate político brasileiro exala o seu costumeiro alto nível:
“Assim como as pessoas têm de tomar banho, escovar os dentes e cortar as unhas, elas não podem sacar uma arma e atirar em outra, a menos que seja numa situação extrema”.
E levanta algumas questões sobre Cid Gomes:
“A primeira: ele tem licença para operar uma retroescavadeira? Máquinas pesadas requerem mais do que uma carteira de habilitação comum. A segunda: qual era o teor alcoólico no sangue do senador no momento em que ele avançou com a retroescavadeira contra a massa de policiais e seus familiares? A terceira: usar uma retroescavadeira dessa forma configura que tipo de crime? A quarta questão: não seria o caso de submeter o senador a um teste de sanidade mental?
Não parece sinal de equilíbrio psíquico lançar mão de uma retroescavadeira para provocar dezenas de policiais armados.”
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Leia aqui a íntegra da coluna na Crusoé.

