Ao atacar publicamente a governadora Celina Leão, chamando-a de “cínica e mentirosa” durante comício em Ceilândia, Luiz Inácio Lula da Silva expôs a verdadeira face de como a máquina petista trata as mulheres e as lideranças do Distrito Federal.
Agressiva e destituída da liturgia do cargo, a fala do presidente revela um profundo desrespeito à autoridade feminina legitimamente constituída no DF, recorrendo à desqualificação pessoal e ao xingamento para mascarar a falta de compromisso com a população brasiliense.
Além dos insultos dirigidos à governadora, a recusa do governo Lula em oferecer apoio financeiro da União ao Banco de Brasília (BRB) levanta questionamentos sobre o uso da máquina pública e alimenta a percepção de que o Distrito Federal estaria sendo alvo de retaliação política.
Reflete, ainda, um rasteiro revanchismo político, que conta com o aval silencioso e vergonhoso de Leandro Grass, candidato do PT ao Palácio do Buriti.
De forma desrespeitosa e injustificável, o presidente atacou, com palavras de baixo calão, a governadora Celina Leão, que, desde que assumiu o cargo, em março desse ano, empenha-se em tratativas institucionais junto ao Banco Central, à União e ao STF para salvar o Banco de Brasília, vítima do maior golpe financeiro provocado por Vorcaro, cujos tentáculos também envolvem o governo Lula.
Desde que se elegeu presidente da República, neste seu terceiro mandato, Lula adota uma postura raivosa contra aqueles que ele elege como seus adversários, sem separar o político do institucional. Veja a reação de Celina:

Por várias vezes, o governo da União tentou atingir a população do DF de diferentes maneiras.
O Fundo Constitucional do Distrito Federal, criado para ajudar a bancar a segurança pública, a educação e a saúde do DF, sempre esteve na mira de extermínio do governo petista.
Lula e o candidato petista Leandro Grass têm a meta, caso o PT chegue novamente ao Palácio do Buriti, de onde está afastado desde 2014, após o fim do governo desastrado e corrupto comandado por Agnelo Queiroz, de acabar de uma vez por todas com o FCDF.
Em 2022, Lula articulou e decretou uma intervenção nas forças de segurança do DF, acusadas pelo próprio Lula de comandar os atos do “8 de janeiro”.
Lula quer transformar o DF no quintal político do Palácio do Planalto.
A insistência de Lula em perseguir o DF, por não rezar em sua cartilha, tem um revés.
Nem ele nem seu candidato, Leandro Grass, conseguem crescer nas pesquisas de intenção de voto realizadas até a presente data, quando faltam menos de 18 dias para as eleições.
Pesquisas recentes confirmam a decadência do petismo na capital: no Datafolha, Leandro Grass aparece estagnado, com apenas 14% das intenções de voto; na Quaest, a rejeição à gestão de Lula no DF supera os 58%.
Nomes como Erika Kokay amargam os últimos lugares nas projeções para o Senado, ameaçando deixar o PT sem representação relevante na Câmara dos Deputados.
Lula e o PT do DF insistem em métodos ultrapassados de intimidação, atacando mulheres e desrespeitando as instituições locais.
Contudo, esquecem-se de que a população brasiliense é altiva, consciente e não se dobra à arbitrariedade do poder central.
O desespero demonstrado em Ceilândia antecipa apenas uma certeza: nas urnas, o povo dará mais uma resposta contundente, repudiando a perseguição e decretando a derrota do autoritarismo petista.
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