A federação formada pelo PP e pelo União Brasil confirmou, neste domingo (2), a candidatura da atual governadora Celina Leão à reeleição no Distrito Federal.
A decisão foi tomada durante convenção realizada em Brasília, que reuniu centenas de militantes, apoiadores e pré-candidatos a disputas proporcionais na Câmara dos Deputados e na Câmara Legislativa.
Estavam presentes a senadora Damares Alves e o pré-candidato a vice Gustavo Rocha, ambos do Republicanos.
Bia Kicis, que lançou o nome como pré-candidata ao Senado, também compareceu.
Michelle Bolsonaro, indicada para a outra vaga na disputa senatorial, não esteve no evento.
- Celina cobra unidade da direita e faz duro recado contra divisões no DF
- Chapapuda de Arruda e Gim entra na contagem regressiva da incerteza
- Convenção do PL pode redefinir candidatura de Rafael Prudente ao Senado
- MDB oficializa apoio a Celina e confirma Prudente para deputado federal
- Celina chega à convenção com ampla base de apoio e impasses no Senado
De madrugada, a ex-primeira-dama publicou nas redes sociais uma foto em leito hospitalar, exibindo sua primeira refeição e sugerindo recuperação de enfermidade.
Celina Leão lidera as intenções de voto em todas as pesquisas divulgadas até o momento.
Iniciou a trajetória política como deputada distrital por dois mandatos, foi deputada federal e, em seguida, vice-governadora de Ibaneis Rocha (MDB).
O ex-governador renunciou em março para disputar o Senado, mas desistiu da candidatura.
Na gestão compartilhada, Celina assumiu o comando do governo em diversos momentos, inclusive nos mais turbulentos, como o 8 de Janeiro, quando o DF sofreu intervenção nas forças de segurança.
Também negociou com o Banco Central, o STF e o governo federal a crise do BRB no caso Master, evitando a liquidação do banco e preservando centenas de empregos.
A governadora pediu prisão para os envolvidos e luta pela devolução dos recursos aos cofres da instituição.
Em seu discurso, Celina agradeceu os partidos da coligação, destacou a presença de Bia Kicis, reforçou o nome de Michelle ao Senado e afirmou que todos se mobilizarão em torno de Flávio Bolsonaro, candidato à Presidência da República.



