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Radar Político/Opinião Por Toni Duarte Por dentro dos bastidores da política brasiliense.

O ASSUNTO É

DF: Esquerda rachada entre o “cabrito novo” Grass e o “forasteiro” Cappelli

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No cenário político do Distrito Federal para as eleições de 2026, o Partido dos Trabalhadores (PT) enfrenta um dilema interno.

Nem Leandro Grass, presidente do IPHAN, nem Ricardo Cappelli, do PSB, parecem conquistar o apoio da maioria petista.

Grass, que disputou o Buriti em 2022 pela federação PV/PT/PCdoB, deixou o Partido Verde e filiou-se ao PT, mirando liderar a chapa de esquerda.

Contudo, muitos petistas o veem como um “oportunista”, beneficiado pela nomeação ao IPHAN por Lula após a derrota eleitoral, e não como um “candidato raiz”.

Nesta sexta-feira (15), PSB e Cidadania oficializaram a criação de uma federação, com a presença do deputado federal Rodrigo Rollemberg (PSB) e do ex-senador Cristovam Buarque (Cidadania).

Ambos planejam concorrer a cadeiras na Câmara dos Deputados, enquanto Rollemberg defende Cappelli para o Palácio do Buriti.

A proposta deles é unir os partidos de esquerda em torno de um único nome, mas a ideia de empurrar de goela abaixo o nome de Cappelli, enfrenta resistência.

Petistas históricos rejeitam Cappelli, chamado de “forasteiro do PSB”, e Grass, apelidado de “cabrito novo” por sua recente filiação ao PT.

Uma banda petista defende o nome de Magela.

Caso contrário, vozes dentro do PT-DF indicam que o foco do partido em 2026 no Distrito Federal será exclusivamente a reeleição de Lula, deixando as disputas locais em segundo plano.

*Toni Duarte é jornalista e editor/chefe o Radar-DF, com experiência em análises de tendências políticas e comportamento social da capital federal. Siga o #radarDF

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