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Formação para novas tecnologias passará a fazer parte da EJA

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Neste mês, começou em todo o país a formação voltada para os alfabetizadores da  Educação de Jovens e Adultos (EJA) com foco na educação midiática.

Habilidades como enviar mensagens de texto em redes sociais, identificar golpes e informações falsas online, usar aplicativos bancários e até mesmo fazer perfis em apps de namoro deverão fazer parte do cronograma.

O Programa de Formação de Alfabetizadores e Docentes dos Anos Iniciais do ensino fundamental é desenvolvido pela UFPB em parceria com o Ministério da Educação (MEC). Trata-se da primeira formação ampla de âmbito nacional ofertada aos alfabetizadores da EJA.

A formação, que é online, começou este mês e segue até 2026.

O curso é voltado para 1,3 mil formadores regionais, que, por sua vez, são responsáveis por repassar os conhecimentos para as redes de ensino até chegar a coordenadores e professores, que levarão os conteúdos para as salas de aula.

Segundo a secretária da Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização de Jovens e Adultos, Diversidade e Inclusão (Secadi) do MEC, Zara Figueiredo, todos os estados, o Distrito Federal e 91% dos municípios já aderiram ao Pacto EJA.

O programa faz parte do Pacto pela Superação do Analfabetismo e Qualificação na Educação de Jovens e Adultos, o Pacto EJA, lançado no ano passado pelo governo federal.

O foco dessa formação é capacitar as redes de ensino para que se possa garantir a alfabetização de jovens, adultos e idosos que não tiveram a oportunidade, quando crianças, de aprender a ler, escrever e fazer contas simples.

Nesta semana, o MEC deverá publicar uma portaria instituindo um grupo técnico que terá três meses para definir as metas e os indicadores que serão levados em consideração no monitoramento do Pacto EJA.

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