Grande parte dos mais de 4 mil médicos da rede pública que aderiram à greve ilegal convocada pelo sindicato da categoria no Distrito Federal terão os dias de falta ao trabalho descontados em seus contracheques.
O movimento paredista foi considerado ilegal pela justiça, que autuou o Semimédico em R$ 200 mil por dia.
O Sindmedico teve como consequência o bloqueio das contas bancárias e terá que pagar uma dívida de R$ 3,6 milhões.
No último sábado (28), a Procuradoria-Geral do Governo do Distrito Federal determinou, através de uma circular à Secretaria de Saúde e a outros órgãos da administração pública, instruções aos gestores sobre greves de servidores.
De acordo com o documento emitido pela PGDF, os grevistas terão os seus pontos de trabalho suspensos a cada dia de falta, interrupções para aquisição de licença e prorrogação do adicional de tempo de serviço.
Tudo isso sem considerar se a greve é legal ou não. Só não serão punidos se a justiça decidir de forma contrária. Apesar de ter sido notificada pela circular da PGDF, a secretária de Saúde do Distrito Federal, Lucile Florencio, ainda não aplicou a medida.
- Mudança na Lei Orgânica do DF para reeleger Wellington Luiz pode cair no STF
- Preso e incomunicável, Bolsonaro pode derrotar o sistema que o persegue
- Veja o vídeo: antes de apoiar Grass, Arruda chamava o PT de partido do crime
- Arruda: de ex-governador ao ridículo papel de “papagaio de pirata” de Leandro Grass
- Cadê o dinheiro do BRB? Leandro Grass deveria perguntar a Lula e a Lulinha



