Foram divulgados na última sexta-feira (4) dados da Secretaria de Saúde, que mostram um aumento de 393,1% no número de casos prováveis de dengue, em Brasília. O balanço é do período entre 2 de janeiro e 22 de outubro de 2022, comparado com o ano passado.
De acordo com a Secretaria, os registros passaram de 13.225 para 68.007. Do total, 65.211 são de moradores do Distrito Federal. Os demais casos são de pessoas de outros estados, que foram atendidas na capital.
Neste ano, foram registradas 11 mortes, sendo cinco homens e seis mulheres. Desses, 45,5% das vítimas tinham mais de 80 anos.
Os casos, no Brasil, subiram 185% em comparação com 2021. Os registros de zika aumentaram 92% e quase 87% os de chikungunya. As três são doenças transmitidas pelo mesmo mosquito.
O Ministério da Saúde lançou, no dia 20 de outubro, uma Campanha Nacional de Combate ao Mosquito para incentivar a população a evitar focos de água parada e manter poços fechados.
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Das regiões com maior número de afetados, Ceilândia fica em primeiro lugar com 11.050 casos. Depois vem Samambaia, com 6.153, em seguida, Taguatinga, com 4.233 registros prováveis.

