Radar Político/Opinião DIREITO DE RESPOSTA

Radar Político/Opinião Por Toni Duarte Por dentro dos bastidores da política brasiliense.

O ASSUNTO É

Partido de Rollemberg e Cappelli transforma-se em escudo de facções

Publicado em

A política de proteção defendida pelo PSB, partido de Rollemberg e Ricardo Cappelli, em defesa de narcotraficantes que vêm aterrorizando o país, ficou evidente na ADPF das Favelas (ADPF 635), de autoria do próprio partido e decretada pelo STF.

A Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental proíbe incursões da polícia carioca no combate ao crime organizado sem liberação prévia do Supremo.

Essa medida transformou favelas em fortalezas intocáveis do Comando Vermelho, que hoje ocupa 70% do território fluminense.

A Operação Contenção, deflagrada no Rio de Janeiro com autorização do Ministério Público e do Poder Judiciário, resultou na neutralização de 121 bandidos ligados a uma das maiores facções criminosas em atuação no país.

Essas organizações matam, roubam, traficam, estupram, torturam e contam com representantes políticos em assembleias legislativas, câmaras municipais, Congresso Nacional, governos estaduais e federal, além de aliados no Poder Judiciário.

No Ceará, o terror é ainda mais palpável: em Pacatuba, Região Metropolitana de Fortaleza, cerca de 30 famílias foram expulsas de suas casas por facções criminosas, transformando uma vila inteira em “território fantasma”.

Enquanto isso, o PSB, partido de Rollemberg e Cappelli, foi o primeiro a se manifestar após a Operação Contenção, exigindo que as investigações sobre a letalidade policial fossem conduzidas exclusivamente por autoridades federais, como o MPF e a Polícia Federal.

Uma descarada tentativa de intromissão no Estado legal que luta para defender uma população sufocada pelo medo e pelos veredictos brutais dos “tribunais do crime” do CV.

O histórico do PSB no Distrito Federal, por exemplo, comprova o desastre que foi a sua ilusória “segurança cidadã socialista”.

Entre 2014 e 2018, sob o comando de Rodrigo Rollemberg, o governo fechou delegacias, sucateou equipamentos e restringiu a ação da segurança pública.

O resultado? Os índices de violência explodiram. Em 2017, sindicatos policiais instalaram um “criminômetro” que registrou mais de 639 mil crimes violentos acumulados desde 2015.

A redução só começou em 2019, com o governo Ibaneis Rocha e mantida até hoje.

O Distrito Federal é a segunda capital mais segura do Brasil, atrás apenas de Florianópolis, segundo o Atlas da Violência 2024.

A taxa de homicídios atingiu o menor patamar em 48 anos, com quedas históricas nos crimes violentos letais intencionais (CVLIs) e contra o patrimônio.

O segredo? O programa DF Mais Seguro, lançado em novembro de 2023 e reformulado para o biênio 2023-2025, que prioriza a integração total das forças de segurança e a participação da sociedade.

Enquanto o PSB ergue barreiras judiciais para proteger criminosos rotulados como “vítimas da sociedade”, o Brasil real sangra. O cidadão de bem exige segurança, não conivência.

*Toni Duarte é jornalista e editor/chefe o Radar-DF, com experiência em análises de tendências políticas e comportamento social da capital federal. Siga o #radarDF

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