Com a popularidade de Lula caindo para o fundo do poço, conforme mostram as pesquisas fresquinhas desta semana, o governo resolveu fazer uma festa de autoelogio no Planalto.
É a tentativa desesperada de reverter o jogo com propagandas de programas que não enganam nem o mais otimista dos brasileiros.
A genialidade é do maestro do marketing, Sidônio Palmeira, ministro das Comunicações, que inverteu a lógica de cabeça para baixo: a pesquisa mostra um Lula debaixo de vara, depois se cria uma política pública para fazer o estrago.
O improviso é o melhor jogo da vez. Antes, os petistas gritavam “União e Reconstrução”, mas a união virou ilusão e a reconstrução está mais para a demolição.
Nas ruas, a realidade dá um tapa na cara da versão oficial. A impopularidade de Lula cresce como uma planta em um terreno fértil, enquanto o bolso do brasileiro está míngua e a segurança vira piada de mau gosto.
É inflação na comida e violência nas esquinas. Lula parece habitar um mundo paralelo, distante do custo do arroz e do som dos tiroteios e dos gritos de feridos.
No campo da segurança pública, o slogan “O Brasil é dos brasileiros” soa como uma ironia cruel para uma população que se sente refém do crime organizado.
Isenção de imposto de renda até R$ 5 mil, uma jogadinha eleitoreira para 2026, já nasce murcha.
O governo, do “pé de meia”, corre descalço, e adivinha quem vai pagar a conta em 2027? São os trouxas de sempre: os brasileiros.