Radar Político/Opinião Por Toni Duarte Por dentro dos bastidores da política brasiliense.

O ASSUNTO É

A eleição da Segurança: a sociedade brasileira exige firmeza contra o crime

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A violência deixou de ser apenas um problema social e se tornou a maior urgência nacional.  Quando organizações como PCC e CV espalham medo em diversos estados, fica claro que o Brasil vive uma disputa direta entre o Estado e o crime organizado.

Em 2026, a sociedade exigirá coragem, firmeza e compromisso real de seus governantes. No Distrito Federal, a experiência recente mostra que rigor dá resultado.

O governo Ibaneis implementou uma política de segurança baseada em inteligência, integração das forças e respostas rápidas.

Isso reduziu a violência e impediu a expansão de facções, que não conseguiram se entrincheirar como em outras regiões do país.

Celina Leão, vice-governadora e pré-candidata à reeleição, defende a continuidade e o fortalecimento dessa estratégia.

Celina Leão na cerimônia de formatura de 362 novos praças da Polícia Militar do DF.

Ela entende que manter o DF entre os locais mais seguros do Brasil exige ampliar tecnologia policial, reforçar operações de inteligência e endurecer o sistema penitenciário para impedir que líderes criminosos comandem ações de dentro das cadeias.

No plano nacional, o PT se posicionou contra a forma como foi aprovada a PEC Antifacções, relatada pelo deputado Derrite, que endurece o combate a facções como PCC e CV.

A deputada petista Erika Kokay votou contra a proposta, alinhando-se à tese de que o endurecimento seria “excessivo”.

No DF, parlamentares do PSOL, como Fábio Felix, seguem a mesma linha ao tratarem narcotraficantes e integrantes de facções como “vítimas da sociedade”, enquanto essas organizações avançam e impõem terror em vários estados.

Não há Estado de Direito quando facções controlam áreas, executam rivais e impõem suas próprias leis.

Nesse contexto, preocupa a postura de setores da esquerda que relativizam o crime, defendem audiências de custódia frouxas, criticam ações policiais e tratam bandidos como vítimas automáticas.

Na prática, isso significa proteger quem aterroriza comunidades.

O Brasil está cansado de discursos ideológicos e exige ações concretas.

A violência será o principal tema das eleições, e o eleitor buscará governantes dispostos a enfrentar facções, não a justificá-las.

A esperança do povo é a segurança pública.

*Toni Duarte é jornalista e editor/chefe o Radar-DF, com experiência em análises de tendências políticas e comportamento social da capital federal. Siga o #radarDF

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