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Rollemberg tira onda dos servidores; “deixei 600 milhões para pagar 3ª parcela”

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Em 2017, o então governador Rodrigo Rollemberg (PSB), ao se referir ao pagamento da terceira parcela dos servidores do DF, disse:

“Eu não vou ficar conhecido como o governador que quebrou Brasília”, afirmou na ocasião.

Ao deixar o Buriti, em janeiro de 2019, o então governador, além de aplicar o calote de mais de R$ 1 bilhão contra os servidores públicos, deixou ainda sucateada a saúde, arrebentou com a educação e a segurança e deixou para trás a herança maldita de R$ 7,7 bilhões, maior rombo sem lastro financeiro da história do Distrito Federal.

Para completar a tragédia governamental, o governo socialista deixou também para trás o Viaduto do Eixão, no centro de Brasília, completamente desabado sobre uma montoeira de ferros retorcidos.

Como se o povo tivesse memoria curta, o ex- chefe do pior governo da história de Brasília, usou as suas redes sociais nesta quinta-feira (15), para dizer que deixou no orçamento de 2019, R$ 600 milhões para pagar a última parcela às 33 categorias de servidores públicos do DF (veja abaixo).

Voltando a linha do tempo, a terceira parcela foi estabelecido por meio da Lei nº 5.184/2013.

Os funcionários chegaram a receber a primeira parcela em 2013, a segunda em 2014.

Em 2015, os 200 mil servidores, entre ativos e inativos, deveriam receber a última parcela.

Foi aí que o governo Rollemberg resolveu aplicar o calote que perdurou durante os quatro anos de gestão socialista.

Decretou a suspensão do repasse dos benefícios por tempo indeterminado.

O então governador alegava a falta de recursos para pagar os valores e que o repasse desses pagamentos poderia quebrar os cofres públicos.

E foi mais além: tentou barrar o pagamento da terceira parcela com uma ação no Tribunal de Justiça do DF e dos Territórios (TJDFT).

O argumento era de que a medida poderia “levar o Estado à ruína financeira”.

O saracoteado do ex-governador, decorreu em face do anúncio feito pelo governador Ibaneis Rocha, sobre o envio à CLDF, de um  pedido de reajuste ao orçamento para pagar a terceira parcela aos servidores.

Alguns políticos como RR pensam que o povo tem memoria curta.

Quem não te conhece é quem te compra, Rollemberg!

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