Um grupo de servidores da Secretaria de Saúde do Distrito Federal acusado de arquitetar um golpe envolvendo falsos precatórios contra servidores e contra o Sindicato da Saúde do DF não conseguiu êxito na justiça.
Os supostos golpistas podem agora de ter que devolver dinheiro às pessoas enganadas em outra ação judicial por crimes de estelionato e por danos morais.
A ação, que buscava uma intervenção judicial na diretoria da entidade, prometia agilizar processos de precatórios mediante o pagamento de R$2.500 por cada um dos mais de 400 servidores, em sua maioria aposentados.
Segundo denúncias registradas no Ministério Público do Distrito Federal e na 5ª Delegacia de Polícia da Asa Norte, o dinheiro arrecadado visava custear os honorários do advogado Paulo Goyaz.
Uma “carta compromisso”, assinada pelo servidor Amarildo de Sousa Carvalho, registrada em cartório, assegurava um retorno de R$70 mil aos participantes.
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No entanto, a tentativa foi interrompida pelo juiz Marcos Ulhoa Dani, da Justiça do Trabalho, que destacou a falta de legitimidade do grupo para assumir a direção do sindicato ou qualquer tentativa de tomada de poder fora dos limites estatutários.VEJA

