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Ex-dirigentes de Flamengo e Corinthians viram deputados no embalo dos clubes

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Usando a estratégia de ser ex-dirigentes dos dois maiores times brasileiros, Andrés Sanchez e Eduardo Bandeira de Mello conseguiram o pleito para ocupar duas cadeiras na Câmara dos Deputados em 2023.

O projeto de migrar do futebol para a política deu certo para os antigos presidentes de Corinthians e Flamengo. Na direção do alvinegro, Andrés Sanchez foi figura ativa no ressurgimento do clube. Já Eduardo é lembrado por abrir caminhos para a conquista de grandes títulos do rubronegro.

As obras da Arena do timão, por exemplo, teve início na gestão Andrés, bem como a construção do centro de treinamento no Dr. Joaquim Grava. Sob o mesmo comando, o time conquistou a Copa do Brasil de 2009 e o Brasileirão de 2011.

O corintiano, que já é envolvido com a política, foi eleito em 2014 como deputado federal, por São Paulo, levando 169.834 votos. Em 2015, assumiu também a cadeira de diretor de Seleções da Confederação Brasileira de Futebol (CBF). Em um segundo mandato, Sanchez voltou a assumir como chefe executivo corintiano, em 2018.

Sobre o outro candidato eleito, Eduardo Bandeira de Mello, um dos seus feitos foi a quitação de dívidas consideráveis, que estavam pendentes no rubronegro.

De 2013 e a 2018, o dirigente conseguiu, em dois mandatos, pagar R$ 800 milhões. O reflexo do bom trabalho veio por meio dos 72.725 votos para deputado federal pelo PSB do Rio de Janeiro.

Para a nova missão, Bandeira de Mello promete muito trabalho e comprometimento no Congresso Nacional. As principais pautas são relacionadas à educação, saúde e meio-ambiente, segundo ele.

“Fazendo um paralelo do que a gente fez no Flamengo, a nossa gestão foi marcada por competência, por transparência e por integridade. Se não tiver essas três coisas, você não chega a lugar nenhum”, ressalta o candidato eleito.

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