Nas férias de julho, a dentista Tuanny Monteiro Noronha, de Brasília, viajou com o marido para o Paraguai e a Argentina. Nos dois países vizinhos, algo em comum com o dia a dia ao qual ela já está habituada no Brasil: o pagamento de contas por meio do Pix, o sistema instantâneo de transações financeiras preferido dos brasileiros.
O modelo, criado pelo Banco Central e implantado em 2020 no Brasil, está se disseminando rapidamente em outros países por meio de soluções oferecidas por empresas privadas, especialmente as chamadas fintechs, instituições especializadas em serviços financeiros e tecnologia.
- Aneel aprova R$ 5,5 bi para reduzir conta de luz em 22 distribuidoras
- Aplicativo do Bolsa Família tem novas funcionalidades
- Governo cria subsídio de até R$ 0,89 para segurar preço da gasolina
- Contas externas do Brasil fecham março com rombo de US$ 6 bilhões
- Brasil já tem 4,5 milhões de empreendedores da Economia Prateada

