Enquanto alguns executivos criticam o rigor da quarentena imposta por governadores e prefeitos, há empresas que vêm a público defender o distanciamento social e reforçar medidas drásticas para conter o coronavírus —mesmo que isso prejudique a economia de forma geral.
Gigantes da indústria, do varejo e bancos estão entre as empresas que já se pronunciaram a favor de uma paralisação intensa capaz de frear a disseminação da covid-19 pelo país.
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O posicionamento condiz com as orientações da OMS (Organização Mundial da Saúde), mas é contrário ao de Jair Bolsonaro (sem partido). Para o presidente, o isolamento deve valer apenas a pessoas do grupo de risco, com objetivo de minimizar o impacto econômico do vírus.
Empresários defendem modelo chinês Segundo o jornal “O Estado de S. Paulo”, as gigantes do ramo de transporte Marcopolo e Randon querem que o Brasil adote o modelo chinês de combate ao coronavírus. Ambas tiveram fábricas fechadas na China e viram como o país conseguiu conter o avanço da doença após medidas severas de isolamento.

