Na Black Friday, o comércio pretende movimentar R$ 193 milhões, segundo uma pesquisa da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Distrito Federal (Fecomércio-DF).
O estudo, feito no dia 25 de novembro, mostra ainda que houve aumento na adesão de lojistas às promoções, em 2022. Os dados mostram que o índice de participação do comércio de Brasília este ano chega a 90,4%. O resultado mostra um aumento de mais de 3%, comparado a 2021.
As promoções da Black Friday são aplicadas, principalmente para que os empresários possam renovar o estoque para o natal. De acordo com a Fecomércio.
“É um bom momento para que os consumidores possam adquirir presentes com descontos vantajosos. Para isso, no entanto, é preciso pesquisar bastante”, diz o presidente da Fecomércio, José Aparecido Freire.
O Procon dá algumas dicas para que os consumidores não caiam em determinadas ciladas promocionais. Uma das orientações é fazer compras planejadas e evitar agir por impulso, gastando mais do que pode.
- Governo cria subsídio de até R$ 0,89 para segurar preço da gasolina
- Contas externas do Brasil fecham março com rombo de US$ 6 bilhões
- Brasil já tem 4,5 milhões de empreendedores da Economia Prateada
- Rio: ferros-velhos que venderem fio de cobre sem comprovação serão fechados
- Celina Leão corta gastos para equilibrar contas da máquina pública do DF
Além disso, é importante acompanhar o preço dos produtos antes da Black Friday. Comparar os valores cobrados em mais de uma loja também é válido. O comprador precisa estar ciente do quanto ele pode realmente gastar. E por último, nas compras pela internet, é bom verificar se o site é confiável e a transação segura.
Sobre as estratégias de vendas, 67,5% dos comerciantes vão utilizar alguma, segundo mostra a pesquisa. As promoções serão aplicadas por 33%, a divulgação nas redes sociais também será uma boa aposta, mas apenas 18,7% preferem esse método.

