Em quase três décadas, período do surgimento dos condomínios horizontais do Distrito Federal, os seus milhares de moradores, deram pouca importância na construção de uma bancada forte dentro da Câmara Legislativa, composta por pessoas que realmente surgissem da luta pelo direito à moradia e pela regularização dos parcelamentos fechados. Votos têm de sobra para isso. Afinal, somos uma cidade condominial com quase 600 mil moradores.
Cansados do discurso da enganação que serve apenas para a conquista do voto e depois esquecer os compromissos feitos por candidatos paraquedistas, os moradores de condomínio, principalmente da região do Jardim Botânico, resolveram fazer diferente.
Em quase três décadas, período do surgimento dos condomínios horizontais do Distrito Federal, os seus milhares de moradores, deram pouca importância na construção de uma bancada forte dentro da Câmara Legislativa, composta por pessoas que realmente surgissem da luta pelo direito à moradia e pela regularização dos parcelamentos fechados. Votos têm de sobra para isso. Afinal, somos uma cidade condominial com quase 600 mil moradores.
Cansados do discurso da enganação que serve apenas para a conquista do voto e depois esquecer os compromissos feitos por candidatos paraquedistas, os moradores de condomínio, principalmente da região do Jardim Botânico, resolveram fazer diferente.
Nos últimos quatro anos, os moradores monitoraram e acompanharam as ações voltadas em defesa dos condomínios horizontais dentro e fora da Câmara Legislativa do Distrito Federal. Dentro do parlamento, Eliana Pedrosa (PPS) foi a quem mais se destacou em defesa da causa da regularização, tanto através de seus inúmeros discursos proferidos, como através de projetos de leis e iniciativas relatadas.
Já fora do parlamento, foi possível saber quem se importou o tempo todo com a defesa da moradia nos condomínios fechados, principalmente daqueles que constantemente são ameaçados ou sofrem as violentas operações de derrubadas operada pelo GDF.
O ex-administrador do Lago Sul e representante da Associação dos Moradores do Setor Habitacional São Bartolomeu, Wander Azevedo, é um desses personagens que cumpri bem o seu papel na defesa dessa parcela da população, desassistida e espezinhada pela força opressora do Estado. Wander tem sido o parceiro solidário de primeira hora.
Nesta causa, Wander tem sido o interlocutor, primado pelo diálogo junto ao governo, mas têm também reagido com firmeza contra o Estado que derruba casas, por entender que a moradia é um direito humano o qual não pode ser violado. É de sua índole. Desde a juventude estudantil, não muito distante, Wander sempre defendeu a liberdade e a justiça.
Essa posição é que faz de Wander Azevedo, ser um dos mais destacados cúmplices em defesa da moradia e dos milhares de moradores dos condomínios fechados que lutam para preservar o que é seu de pleno direito. É com esse entendimento que a população condominial do DF irá fazer diferente neste ano eleitoral.
Wander é um nome a ser lembrado nas urnas em outubro. Hoje, dia 22, às 18 horas, dentro do Hotel Imperial, onde o Partido Verde (PV), estará realizando uma prévia de lançamento dos seus pré-candidatos, síndicos, moradores, dirigentes de entidades e militantes anônimos dos condomínios horizontais do DF, estarão a lado de Wander Azevedo numa demonstração de força política, bem como numa demonstração de que a recíproca é verdadeira.