Durante o mês de agosto, a bandeira tarifária permanecerá amarela, segundo a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel). Este é o quarto mês com a bandeira neste seguimento.
A manutenção das cores se deve ao período seco no Brasil, o que leva a uma geração hidrelétrica menor, devido ao menor nível dos reservatórios, e ao acionamento de usinas termelétricas, com custo mais elevado.
A Aneel traz que “a sinalização reflete condições menos favoráveis de geração de energia no país em razão do período seco, quando há redução nos níveis dos reservatórios das hidrelétricas e necessidade de acionamento de usinas termelétricas, que possuem custo mais elevado”.
O sistema de bandeiras tarifárias, criado em 2015, reflete os custos variáveis da geração de energia elétrica.
As bandeiras indicam quanto está custando para o SIN gerar a energia usada nas residências, em estabelecimentos comerciais e nas indústrias.
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A cada mês, as condições de operação do sistema de geração de energia elétrica são reavaliadas pelo Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS), que define a melhor estratégia de geração de energia para atendimento da demanda e traça uma previsão de custos a serem cobertos pelas bandeiras.
Quando a conta de luz é calculada pela bandeira verde, não há nenhum acréscimo. Quando são aplicadas as bandeiras vermelha ou amarela, a conta sofre acréscimo a cada 100 quilowatts-hora (kWh) consumido.
As cores das bandeiras tarifárias são definidas a partir da previsão de variação do custo da energia em cada mês.

