O ASSUNTO É

DIA DE CÃO PARA ROLLEMBERG: SERVIDORES DA EDUCAÇÃO CRUZAM OS BRAÇOS E VÃO PRA CIMA DOS DISTRITAIS

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As escolas do Distrito Federal amanheceram fechadas nesta terça-feira. Os servidores da Educação não aceitam a decisão do governador Rodrigo Rollemberg de retirar recursos financeiros do Instituto de Previdência dos Servidores do DF (Iprev) para pagar contas. O projeto será votado hoje na Câmara Legislativa. Os servidores prometem fazer muito barulho e exigirão dos distritais que não aprovem a medida.

O PLC 30/15 de acordo com a categoria é o instrumento que o governo Rollemberg está usando para se apropriar irregularmente dos recursos financeiros que irão pagar as futuras aposentadorias dos servidores públicos que ingressaram legalmente por meio de concurso público no Governo do Distrito Federal e integram o Instituto de Previdência dos Servidores do Distrito Federal (Iprev).

O governo não pode lançar mão dele. Pelo menos esse é o entendimento do SINPRO-DF. Mesmo assim, a equipe econômica do Governo de Brasília decidiu incluir no pacote de medidas que encontra-e na Câmara para analise e aprovação dos deputados distritais.

Por causa disso a categoria resolveu paralisar as suas atividades durante o dia de hoje e devera comparecer à Câmara Legislativa, a partir das 14h, desta terça, para se posicionar contra a medida do GDF.

O deputado Raimundo Ribeiro (PSDB) disse ao Radar que dificilmente muita coisa que se encontra inserida no pacote de medida enviado pelo governo será aprovado. Uma delas ‘e exatamente o confisco dos recursos financeiros do Instituto de Previdência dos Servidores.

A pressão maior das categorias que foram atingidas pelas medidas anunciadas pelo governador Rodrigo Rollemberg recai em cima da deputada Celina Leão (PDT), presidente da Câmara Legislativa. Os dirigentes afirmam que estão tendo dificuldade de falar com a deputada sobre o assunto, mas a assessoria de Celina Leão nega que isso vem ocorrendo.

Mas não são apenas os servidores do GDF que estão de cara enfezada com para o Governo de Brasília. Os mais de 2 milhões de contribuintes do Distrito Federal também estão de olho nos 24 deputados distritais que tem a incumbência de aprovar ou rejeitar o pacote de medidas que visa arrancar mais dinheiro do bolso da sacrificada população. Os distritais estão sendo cobrados nas ruas.

“A pressão popular contrária ao aumento de impostos é grande”, afirmou ao Radar o deputado Joe vale (PDT). Por causa disso já há um consenso para não aprovar o aumento de impostos como o IPTU. Mas o governo mantém a esperança de que sairá vitorioso com a aprovação total do pacote de medidas. A Câmara tem prazo ate o dia 2 de outubro para aprovar tudo. O povo tá de olho.

Da Redação Radar

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