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DF registra menor número de homicídios em 25 anos

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O DF Mais Seguro tem desempenhado um papel crucial para a constante queda nos principais índices criminais, implementando uma política de segurança que envolve imprensa, instituições religiosas, universidades e o setor produtivo nos processos de gestão.

O programa permite a integração eficiente entre tecnologia, inteligência policial e um relacionamento próximo com diversos setores da sociedade civil. Nos primeiros seis meses do ano, o índice se manteve em queda em comparação a 2023, ano em que o DF registrou o menor índice de homicídios dos últimos 47 anos.

O número de casos de homicídios no semestre é o menor desde 2000, com 17% de redução. Foram 96 registros, entre janeiro e junho deste ano, contra 116 no mesmo período do ano passado. É a primeira vez, na história da capital, que os números deste crime chegam a “dois dígitos” no semestre.

“Nos últimos anos, o Distrito Federal tem consistentemente reduzido os índices criminais, especialmente os homicídios, graças a uma gestão de segurança pública consolidada e em constante aprimoramento, com o apoio do governador Ibaneis Rocha. Reformulamos nossas ações e projetos sob a perspectiva da integralidade, ampliando a participação da sociedade no debate e nas decisões de segurança pública”, destaca o secretário Sandro Avelar.

Em relação ao número total de vítimas de CVLIs – que englobam homicídios (e feminicídios), latrocínios e lesões corporais seguidas de morte – também foi o menor em 25 anos, com 108 registros.

O balanço aponta também quedas significativas nas tentativas de homicídio e de latrocínio, de 9,5% e 30,2% respectivamente. No caso dos furtos em veículos, que é quando objetos ou acessórios são subtraídos sem que a vítima perceba, por exemplo, houve aumento de 3,5% nas ocorrências.

Os esforços de prevenção e investigação resultaram em uma redução de 63% nos feminicídios no primeiro semestre deste ano em comparação ao mesmo período do ano passado.

Foram registrados oito feminicídios em 2024, contra 22 em 2023. No primeiro semestre, 2.112 agressores foram presos, em flagrante, por diversos crimes relacionados à Lei Maria da Penha, 4% a mais no comparativo com 2023.

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