O também delegado de carreira da Polícia Federal, Fernando de Sousa Oliveira, o número 2 de Anderson Torres, ocupava o comando da segurança pública do DF, durante os eventos violentos, enquanto o titular da pasta estava em Orlando, nos Estados Unidos.
No depoimento ocorrido, ontem (18), na sede da Polícia Federal, Sousa sustentou que Anderson antes de viajar, o avisou que deixaria aprovado o planejamento de segurança para as manifestações dos dias 6, 7 e 8.
No entanto, segundo o número 2 da pasta, Torres não apresentou o planejamento aos comandantes das forças policiais do DF, ficando apenas combinado que o então secretário-executivo, no caso Fernando de Sousa, seria acionado em caso de necessidade.
O auxiliar de Anderson Torres, disse em depoimento que recebeu informes em tempo real, por meio de grupos no WhatsApp, mas que haviam poucas mensagens sobre radicais, “a grande maioria advinda de rede social e não de acompanhamento in loco”.
Ele disse que as informações em campo apontavam para um ambiente controlado e tranquilo, em termos como “normalidade”, “tudo normal” e “policiamento reforçado”.
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Todas as informações prestadas por Oliveira ao governador, de acordo com seu depoimento, teriam sido extraídas desses grupos.

