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Casa Flor amplia capacidade de acolhimento a mulheres em vulnerabilidade

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A Casa Flor ampliou de 35 para 41 a quantidade de vagas na unidade, em Taguatinga Sul. O objetivo é receber ainda mais moradoras e melhorar o atendimento às que já estão no local.

A Casa passou por uma extensa manutenção de quase nove meses para levar mais conforto, comodidade e bem-estar às assistidas. O projeto é uma referência no acolhimento a mulheres e idosas.

“Além disso, há o atendimento de pessoas trans, respeitando todas as suas particularidades. A unidade está localizada próxima a um Creas [Centro de Referência Especializado de Assistência Social] e inserida na comunidade da região, como tem que ser”, diz a secretária de Desenvolvimento Social, Ana Paula Marra.

Para que não houvesse a necessidade de retirar as moradoras do espaço, as intervenções foram divididas em duas etapas.

Já foi concluída a correção de toda parte elétrica interna e dos quadros de distribuição e das tubulações de esgoto dos banheiros, além da substituição de todas as luminárias internas, portas de acesso aos dormitórios e cerâmicas dos banheiros.

Na segunda etapa, as equipes vão cuidar da readequação da área administrativa, da manutenção da lavanderia e da cozinha e da troca do quadro geral de energia.

Secretaria de Desenvolvimento Social do DF (Sedes) contratou, em outubro do ano passado, três empresas para a prestação de serviços de manutenção predial nos mais de 100 imóveis da pasta, entre unidades do Creas e do Centro de Referência de Assistência Social (Cras), restaurantes comunitários, centros de convivência e centros Pop.

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