Hibernando desde a acachapante derrota eleitoral ao lado de Agnelo Queiroz, o ex-vice governador do Distrito Federal e presidente do PMDB do DF, Tadeu Filippelli, quebrou o silencio para criticar o desempenho do governo Rollemberg nesses três meses. Ele afirmou que o atual governo é insosso e submisso aos órgãos de controle externos como o Ministério Público, Tribunal de Justiça e Tribunal de Contas por ser um governo medroso, sem velocidade necessária para tomar decisões.
O chefe da Casa Civil, Hélio Doyle, reagiu aos comentários de Filippelli: “Ele fala como se não tivesse nenhuma responsabilidade sobre o caos atual. A gente sabe que o governo anterior tinha feudos e também havia muita coisa errada no feudo do ex-vice-governador”, reagiu Doyle.
Hibernando desde acachapante derrota eleitoral ao lado de Agnelo Queiroz, o ex-vice governador do Distrito Federal e presidente do PMDB do DF, Tadeu Filippelli, quebrou o silencio para criticar o desempenho do governo Rollemberg nesses três meses. Ele afirmou que o atual governo é insosso e submisso aos órgãos de controle externos como o Ministério Público, Tribunal de Justiça e Tribunal de Contas por ser um governo medroso, sem velocidade necessária para tomar decisões.
O chefe da Casa Civil, Hélio Doyle, reagiu aos comentários de Filippelli: “Ele fala como se não tivesse nenhuma responsabilidade sobre o caos atual. A gente sabe que o governo anterior tinha feudos e também havia muita coisa errada no feudo do ex-vice-governador”, reagiu Doyle.
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Filippelli disse que a população do DF não aguenta mais o governador Rollemberg governar com o discurso da dificuldade e da herança maldita que teria recebido do governo anterior. Segundo o presidente do PMDB, em todo final de governo, há resíduos, como houve em todas as 27 unidades da Federação.
“O governo de Agnelo assumiu com uma crise política em decorrência da Operação Caixa de Pandora. O de Rollemberg tem uma crise financeira. Nos 90 primeiros dias, o governo passado já tinha produzido fatos mais consistentes, mais reais, mais palpáveis do que o atual”, alfinetou Filippelli.
O ex-vice-governador disse, também que o seu PMDB mantém firmemente a postura de independência em relação ao Buriti. Não participará do governo, nele não terá cargos e não se integrará à base de Rodrigo Rollemberg na Câmara Legislativa.
“O PT não é o único partido a fazer cobranças ao Buriti, antes muito pelo contrário, e se formos conferir, o PMDB tem cobrado, no mínimo, em igual proporção”, diz o presidente do PMDB.
Existe sempre a suposição de que a bancada na Câmara aguarda só um afago de Rollemberg para se juntar à base, operando portanto em divergência com a direção regional. Filippelli nega.
Da Redação Radar

