Na Índia, país onde morrem cerca de 4 mil pessoas por dia, tornam-se cada vez mais frequentes, entre pacientes de covid-19, os diagnósticos de uma infecção fúngica: muitas vezes fatal.
Custos de funerais aumentam e famílias enfrentam escassez de lenha para realizar a cremação tradicional hindu.
Dezenas de corpos apareceram boiando às margens do rio Ganges. Veja no víeo abaixo.
As autoridades indianas instalaram uma rede ao longo do rio Ganges para capturar os cadáveres, após dezenas de pessoas terem aparecido boiando nas margens do rio.
A descoberta de 71 cadáveres no estado de Bihar reforça o temor de que o vírus está se alastrando sem ser visto no interior rural da Índia, onde vive dois terços da população.
- Governo zera tarifa de 191 eletrônicos que tiveram aumento de imposto
- FGTS eleva para R$ 13 mil limite de renda do Minha Casa, Minha Vida
- Governo cria centro ligado à PF para proteção de criança e adolescente
- ECA Digital começa a valer nesta terça; confira principais pontos
- Emissões de gases caem em 2024, mas meta climática segue em risco
Aliado do novo coronavírus, um fungo apareceu para aumentar o número de mortos.
A moléstia ocorre quando os extremamente comuns fungos mucorales (presentes, por exemplo, no bolor do pão) atacam os sinos nasais ou o pulmão de indivíduos com o sistema imunológico debilitado – entre eles, pacientes ou recém-recuperados de uma infecção com o novo coronavírus.
De acordo com as autoridades médicas, os fungos atacam sobretudo as superfícies corporais, não só a pele externa, mas também as internas, que entrem em contato com o ar.
Aspirados, seus esporos se instalam nos sinos nasais, indo daí para as vias pulmonares mais profundas, ou, se atravessam as mucosas, até os ossos.

