Conforme o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), Brasília registrou inflação de 0,75% em fevereiro, puxada pelos grupos de educação e transportes. O balanço foi divulgado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
O IPCA mede a inflação oficial do país. Mesmo com a alta em relação a janeiro, a capital foi apenas a 10ª região com maior índice entre as 16 verificadas. Os dois grupos que mais contribuíram para a inflação foram educação e transportes.
O balanço é divulgado de diferentes formas, podendo ser mensal, quando é comparada entre o mês vigente e o anterior, e também com a variação acumulada do ano. O mês é caracterizado pelo reajuste escolar.
Com crescimento de 0,20 ponto percentual, a educação liderou o aumento dos preços com 0,21 ponto percentual, seguido por transportes, aqui relacionado aos combustíveis.
“Educação e transportes, vale ressaltar, são preços administrados. Eles não oscilam de acordo com oferta e demanda de mercado, são regulamentados e têm um período para reajuste, no caso da educação, e em transportes, que é o item responsável pelos combustíveis, é também um preço de certa forma administrado, pois segue o valor do barril do petróleo”, explica Dea Fioravante, diretora de Estudos de Estatística e Pesquisas Socioeconômicas do Instituto de Pesquisa e Estatística do Distrito Federal.
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Segundo ela, o aumento na educação não deve se repetir em março. No entanto, os preços do ensino fundamental alavancaram o índice. A inflação de fevereiro para a educação foi de 3,54%, menor que os 8,54% registrados neste mesmo mês em 2023.
Mensalmente, o IPEDF divulga uma análise, focada no Distrito Federal, dos principais índices de preços do país, o IPCA e INPC.

