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Ibaneis se compromete com reajuste geral para servidores do DF

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O governador Ibaneis Rocha (MDB) pretende conceder um reajuste geral aos servidores do Distrito Federal no primeiro ano, casa se reeleja para um segundo mandato.

“Pretendemos, no próximo mandato, partir para o reajuste de todas as categorias. Um reajuste que atenderia os quatro anos e parcelado. Temos algumas categorias que é preciso reduzir a disparidade, temos que equalizar isso”, afirmou Ibaneis Rocha.

O governador explicou que no primeiro mandato atuou para pagar débitos na ordem de R$ 8 bilhões e que colocou em dia o pagamento de pecúnias e efetivou o pagamento da terceira parcela do reajuste, que era devida pelos dois governos anteriores.

Além disso, a atual gestão tirou do papel o Plano de Saúde do servidor, que hoje atende 80 mil vidas e será expandido.

“Está atendendo maravilhosamente bem, temos 80 mil pessoas dentro do plano de saúde, expandimos para a Polícia CIvil e pretendemos levar para a PMDF. Sem o servidor público trabalhando motivado a gente não consegue avançar muito”, acrescentou.

O governador destacou também que a redução de ICMS sobre os combustíveis, imposta pelo governo federal, resultou em perda de arrecadação, o que afetou no chamamento de servidores aprovados em concurso. Ainda assim, ele disse que é possível que mais profissionais sejam chamados quando for exequível.

Ibaneis também falou das sete UPAs construídas em sua gestão e das dez UBSs. Pontuou que o número de equipes de Estratégia da Família dobrou e em um segundo mandato pretende ampliar o atendimento na ponta, onde são resolvidos 80% dos problemas de saúde.

Em relação à mobilidade, o governador aposta na ampliação do metrô em Samambaia e na construção do BRT Norte, atendendo a região de Planaltina.

“O metrô nós conseguimos os investimentos para expandi-lo em Samambaia. Vamos atrás dos recursos para investir na Ceilândia e na Asa Norte. E vamos atrás também de investir no BRT Norte, que vai chegar até Planaltina”, afirmou.

Sobre a assistência social, Ibaneis lembrou que contratou mais de 1,1 mil funcionários e expandiu a carga horária de profissionais de 30 para 40 horas.

Ressaltou que o questionário feito à população no preenchimento do cadastro é complexo e demanda tempo. E, por fim, esclareceu que os atendimentos no governo aumentaram porque hoje há mais benefícios concedidos para a população.

“As pessoas vão às filas porque tem benefício social para ser entregue à sociedade. No último ano do governo Rollemberg ele entregava seis mil cestas básicas por mês. Nós criamos o Cartão Prato Cheio que entrega hoje 87 mil cartões com R$ 250 reais às famílias”, pontuou.

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