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Polícia abre inquérito contra Monark por defender o nazismo

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Um inquérito policial foi instaurado pela Polícia Civil de São Paulo, contra o influencer Bruno Aib, conhecido como Monark, por cometer crime de apologia ao nazismo e discriminação contra judeus.

A declaração de apoio ao nazismo foi feita durante o programa ao vivo, realizado na última segunda-feira (7), no  Flow Podcast, veiculado na internet.

A decisão da abertura de inquérito foi anunciada hoje (9), pela Secretaria da Segurança Pública (SSP).

A investigação, que visa apurar o caso, será feita pela  delegacia do Departamento de Polícia da Capital (Decap).

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Monark e os responsáveis pelo Flow Podcast serão chamados pela Polícia Civil para explicarem a defesa de que deveria haver um “partido nazista reconhecido pela lei” e que “se um cara quisesse ser antijudeu, eu acho que ele tinha o direito de ser”.

O Ministério Público de São Paulo (MP-SP) também abriu inquérito civil para apurar a denúncia e determinou que a Delegacia de Crimes Raciais e Delitos de Intolerância (Decradi) instaurasse inquérito contra Monark.

O Ministério Público Federal (MPF), em Brasília, também investiga Monark por apologia ao nazismo após determinação do procurador-geral Augusto Aras.

Mas além do influencer, a Procuradoria apura se Kim cometeu o mesmo crime por entender ele também fez declarações de cunho neonazista ao responder a Tabata que a Alemanha não deveria ter criminalizado o nazismo.

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