Nem a saída do Partido Socialista Brasileiro (PSB) do governo Dilma, fazendo duras criticas a política econômica e nem a impopularidade que a presidente enfrenta em Brasília, fez o governador Rodrigo Rollemberg mudar de ideia.
os bastidores a informação é de que Rodrigo Rollemberg vai continuar com Dilma, embora alguns setores do seu próprio partido avaliem que o governador possa se dar mal se o impeachment passar e Dilma perder o mandato. Por sua vez, Rollemberg não acredita que isso ocorrerá e que o movimento popular contra a presidente é furado e que não vale apena apostar.
Pensa num governador cheio de si. É assim que Rodrigo Rollemberg retornou nesta segunda-feira (28) de Portugal onde foi passar a semana santa com a família. O governador não enxerga qualquer perigo de a presidente Dilma Rousseff perder o mandato, embora os integrantes do Palácio do Planalto se preocupem com o movimento político que ocorrerá nestes próximos 15 dias.
A começar pelo o desembarque do PMDB do governo ocorrido nesta terça-feira (29) após decisão tomada pelo diretório nacional do partido. Os seis ministros peemedebistas serão orientados a entregar seus cargos. Saída do PMDB pode desencadear desembarque de outras siglas aliadas.
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Apesar do aumento da crise política do governo Dilma, o governador Rodrigo Rollemberg continua acreditando que ela se mantenha no cargo e que o impeachment será rejeitado pela maioria dos congressistas.
No final do ano passado o governador do Distrito federal foi um dos signatários de um manifesto batizado como “carta da legalidade” onde 16 governadores se posicionam em apoio à petista e contra o processo de impeachment aberto na Câmara dos Deputados.
“Entendemos que o mecanismo de impeachment, previsto no nosso ordenamento jurídico, é um recurso de extrema gravidade que só deve ser empregado quando houver comprovação clara e inquestionável de atos praticados dolosamente pelo chefe de governo que atentem contra a Constituição”, diz a carta, assinada por Rodrigo Rollemberg.
Da Redação Radar

