O futuro secretário de saúde Osnei Okumoto, afirma que a publicação de um decretão para áreas sensíveis do governo como a Saúde, será uma decisão exclusiva do governador Ibaneis Rocha (MDB), que será tomada por ele na virada do ano. No entanto, o gestor da pasta da saúde do DF defende que setores importantes de atendimento ao público, principalmente nos hospitais, neste primeiro momento, terão que ser preservados
Por Toni Duarte//RADAR-DF
“Enquanto para alguns a descontinuidade é um dos reflexos aceitáveis para a alternância do poder no serviço público, para outros precisa ser vista com cautela e muita responsabilidade para não causar prejuízos à população”, disse Osnei Okumoto nesta manhã de quinta-feira (27/12) ao defender um decretão na forma parcial para a Secretaria de Saúde.
O futuro secretário afirmou que ainda não sabe se haverá ou não um decretão para a saúde, cujo ato será uma decisão de governo e que está à espera de um comunicado neste sentido.
“Se isso acontecer, ocorrerá na virada do ano e que não atinja setores essenciais de grande atendimento ao público como os hospitais. Essas mudanças serão feitas, no entanto com cautela neste início da gestão, disse.
Nessa guerra pela alternância do poder que acontece em alguns Estados que passam por transição de governos, quem termina sendo mais prejudicado é a população que sofre com os serviços públicos descontinuados.
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“Sinto que aqui no DF há um amadurecimento institucional e que os servidores públicos estão cada vez mais conscientes de cumprir o papel de servir ao público. A descontinuidade administrativa não deve prevalecer diante das necessidades da população”, afirmou.

