Conforme o 2º Anuário de Segurança Pública da Secretaria de Segurança Pública do Distrito Federal (SSP-DF), o Distrito Federal está na segunda posição entre as capitais mais seguras do país.
De acordo com o secretário de Segurança Pública (SSP-DF) interino, Alexandre Patury, a manutenção dos índices positivos se deve, principalmente, à integração entre as forças de segurança e a sociedade civil. Ele destacou a atuação dos conselhos comunitários de segurança (Consegs) e reforçou que a segurança pública vai além da ação policial, envolvendo também educação, esporte e participação social.
“Não é uma medida isolada, mas um conjunto de ações que tem garantido a redução dos índices, especialmente nos últimos três anos. Nossa expectativa é avançar ainda mais e alcançar o primeiro lugar em 2026”, afirmou.
Atualmente, o DF registra a menor taxa de mortes por intervenção legal no país, segundo o anuário.
Com 15 ocorrências em 2025, o resultado mantém o histórico de baixa letalidade policial na capital e reflete uma política baseada em capacitação contínua, uso progressivo da força e respeito aos direitos humanos, fatores que contribuem para fortalecer a confiança da população nas forças de segurança.
- Mutirão reúne mais de 30 serviços gratuitos para mulheres nesta terça (5)
- Programa do Samu criado para informar crianças é expandido para o público adulto
- Eduardo Pedrosa projeta expansão de Centros de Referência do Autismo no DF
- Agências do trabalhador superam 1,3 mil contratações no DF em 2026
- Programa vai tirar mais de 200 mil pacientes do DF da fila de espera por exames
Diferentemente da primeira edição, que se concentrou nos crimes violentos letais intencionais, aqueles que resultaram em morte, e nos casos de desaparecimento no DF, esta versão avança para o estudo da criminalidade violenta patrimonial, que impacta diretamente o sentimento de segurança da população e influencia a percepção do medo do crime.
Os dados mostram que os roubos em comércio recuaram 29% no DF em 2025, e sete regiões administrativas não registraram ocorrências no período.
O levantamento indica ainda que 68% dos casos se concentram em oito regiões, o que evidencia a priorização territorial e a atuação orientada por dados no enfrentamento a esse tipo de crime.

