Radar Político/Opinião Por Toni Duarte Por dentro dos bastidores da política brasiliense.

O ASSUNTO É

A farsa moral de quem chama bandido de “vítima da sociedade”

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O Governo do Distrito Federal avança em uma política firme de enfrentamento ao crime organizado, mas parte da oposição, especialmente deputados ligados ao PT e ao PSOL, insiste em endeusar criminosos como vítimas da sociedade.

O apoio solidário do Governo do Distrito Federal ao Governo do Rio de Janeiro, após a eliminação de mais de cem traficantes que reagiram contra a polícia na megaoperação nos complexos da Penha e do Alemão, gerou narrativas travestidas de humanismo, propagadas por deputados de esquerda.

O gesto da vice-governadora Celina Leão-DF ao governador Cláudio Castro–RJ foi como uma demonstração de unidade entre estados na luta contra o crime organizado.

Entretanto, esse posicionamento se transformou em um prato cheio para deputados distritais da oposição como Fábio Félix (Psol), que preferiram criticar a operação em vez de reconhecer seu caráter legítimo.

Esses parlamentares, custeados pela sociedade amedrontada, parecem ignorar que a segurança pública se constrói com autoridade, planejamento e presença efetiva do Estado,  não com discursos que romantizam o bandido e culpam a polícia por cumprir o dever que a sociedade lhe impõe.

Os fatos desmentem a retórica da esquerda que trata bandidos como vítimas da sociedade.

Dados oficiais divulgados pela Polícia Civil do Rio de Janeiro mostram que mais de 90% dos mortos na megaoperação eram ligados ao Comando Vermelho, a facção que mata, estupra e controla grande parte do tráfico no estado.

A própria instituição revelou o perfil de 115 dos 117 mortos, comprovando que a imensa maioria tinha antecedentes criminais e ligação direta com o crime organizado.

Esses números colocam por terra a narrativa do distrital Fábio Félix (PSOL), que chegou a afirmar que “crianças e inocentes” teriam sido mortos pelas forças policiais, uma acusação sem base fática, construída sobre o oportunismo político e o desprezo pela verdade.

Defender direitos humanos não é o mesmo que blindar criminosos ou deslegitimar a ação do Estado.

O governo Ibaneis, ao reforçar o sistema penitenciário e investir em inteligência para impedir a expansão de facções no DF, cumpre um papel que deveria unir todas as forças políticas.

No entanto, parte da esquerda prefere alimentar narrativas que demonizam a polícia e transformam marginais em mártires.

*Toni Duarte é jornalista e editor/chefe o Radar-DF, com experiência em análises de tendências políticas e comportamento social da capital federal. Siga o #radarDF

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